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Por que ler Pachinko de Min Jin Lee?

Pachinko, livro de Min Jin Lee, foi uma das surpresas de 2020, em relação às leituras. Quando recebi o livro em casa, por meio do Clube Intrínsecos, fiquei um pouco apreensiva, por causa da quantidade de páginas. Porém, já antecipo que esta foi uma das melhores leituras do ano, e com certeza, uma daquelas que recomendo a todos os que procuram uma história para se emocionar.

O livro é uma ficção histórica e que vai guiar o leitor a um período da história em que muitos coreanos deixaram a Coréia em busca de uma vida melhor no Japão. Min Jin Lee retrata as dificuldades destes imigrantes, bem como as dificuldades que gerações futuras ainda sofriam por serem descentes de coreanos.

Em Pachinko, vamos conhecer a história da Família da Sunja por várias gerações e como as condições de vida na Coréia os fizeram imigrar para o Japão em busca de melhores oportunidades.

Falei mais sobre o livro no vídeo abaixo

Escassez de trabalho e busca por uma vida melhor

No início dos anos 1900, os conflitos internos e a escassez de trabalho criou a onda migratória da Coréia para o país vizinho. Porém, estes imigrantes não eram bem recebidos e até mesmo durante a década de 1990, os nascidos no Japão ainda eram tratados como imigrantes, com preconceito. E é isso o que Min Jin Lee retrata, contato a história de toda a família de Sunja.

O Pachinko, que é uma espécie de casa de jogos ou apostas, muito comum, ainda hoje no Japão. Os trabalhadores dos salões de Pachinko possuíam pouco prestígio social, mas é isto que vai mudar a vida desta família de alguma forma.

Recomendado por Barack Obama e Emma Watson

Lido e recomendado por Barack Obama e Emma Watson o livro merece sim a atenção que tem ganhado. Min Jin Lee nos faz refletir sobre o movimento migratório e pensar que a situação pode ser semelhante a imigrantes que buscam uma vida melhor em outros países.

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